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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Ativo-ismo social

O Ismo que já vi prestando...
sócio ambientando lizando

se você não faz
coxa grande serás
se não ativa
ao sócius agrida


Hoje percebo que quando alguém reclama, dois tipos de registros virtuais são impressos; o incômodo gerado (dispositivo-disparador de multiplicação enunciativa ou mudança) e uma marca histórica que varia sua amplitude e alcance no quantitativo de seres que gritam ao mesmo som e/ou importância-relevância midiática da causa em si e dos reclameiros. Ações moleculares de distração e distanciamento babilônico, um grande dispositivo de atração à universalidade: a conversa. Durante uma troca de ideia ou uma passeata em protesto, exprime-se insatisfação, ou seja, denuncia de algo e compartindo daquela concepção política movimenta-se afim de MUDAR o que está incorreto e/ou insatisfatório;

lembrem-se sempre, não me levem tão a sério.., 

Em questão a marcas históricas: vejo-as enquanto potencialmente educadoras em alto nível; em âmbito emocional, o incômodo repercurte de acordo com a elaboração (ou não, rsrs) do sujeito para com a sensação vivida. Quando grifadas na memória coletiva um grito, uma denuncia, a la maio de 68 ou vitorinha em 2013, sem esquecer nossas batalhas em 20, seja de que porte for, grandes revoluções proporcionam à cidade o calor, debate, infortúnios e arte; aos indivíduos o ar cidadania. Explicitam-se os discursos, evidenciam-se as massas, caracterizando a vida política daquela(e) grupo-região. Perguntas: quem são aqueles que gritam? o que querem? como, ou seja, de que forma é pedido/exigido? Quais as respostas dos que vem do lado de lá? Pedidos acatados ou oprimidos (silenciados) por parte do Estado? Até quando a humanidade permitirá que Opressão Estatal continue sendo um dispositivo válido dando espaço a coerção sobrepondo a comunicação em pleno desenvolvimento mass-midiático.

Observo: mudança nos meios telecomunicativos, em era de interações globalizantes, liquidez expressiva, multiplicidade incríveis de meios comunicativos e paradoxalmente a insistência estatal em "solucionar" de cima pra baixo no uso da força; remonto: manifestação por educação inclusiva, a contraposição a reorganização escolar sendo massacrada em São Paulo (novemb-dezembro 2015). A óbvia, e patética, decisão do Governo de calar os que integram a atual configuração escolar opondo-se a dialogar e construir em conjunto. Caramba, hoje em dia faz-se conferências, planejamentos inteiros sem precisar sair de casa, não estou dizendo aqui da importância do contato corpo-a-corpo, discussões-debates que são fundamentais para toda e qualquer construção coletiva, porém chamando atenção à contrapartida governamental de negligenciar a troca, a conversa e o diálogo, numa postura que vai de encontro a efetiva melhora educacional

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t
a
Lmente



Movimentação que se faz mais do que necessária hoje está no que tange questões ambientais, tema delicado em meio a crescimentos populacionais, aumento de consciência e berros da natureza em pedido de cuidado, manifestos em fúria, numa interpretação: respostas pelo que por muitas vezes tem sido ocasionado pelo ser humano. Exigi-se aqui uma reciclagem, uma nova ecologia de subjetividades, competentes aos cuidados naturais necessários e diários, micro-movimentações conscientes ao todo; mudanças sistemáticas: empresas e indústrias mobilizadas à causa. Sobre essa questão Vale (perigo) um poste  dedicado inteiramente ao tema.

Parece-me dever enquanto cidadão mobilizar-se em pról do coletivo maior sociedade; atitudes coxinhas = silenciar-se perante a mil problemas e desarranjos sociais, seja por preferência a ignorância ou por preguiça/descrença entristencem-me.

2 comentários:

  1. por agora um comentário ínfimo. um comentário de estou atento aos seus movimentos. um comentário de bem vindo. um comentário de permaneça e frutifique. abraço.

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  2. sempre bem vindo, grato pelo incentivo!

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