Enfim no ar.
Território de Si,
Terra e (es)história,
e de mais quem quiser.
Declaro este um Blog aberto um espaço ao mesmo meu-teu, um meu ateu, que ainda acredita que há espaços públicos não pessoais; quero criar pra Si um âmbito (in)seguro em que você leitor-escritor, palpite, post e participe sem enfrentar burocracias ou barreiras, uma virtualidade confortável a todos que desejam se aventurar na escrita, mas como? ptz, você teria que enviar pra mim certo? então, não... tá aí a senha:
nossoterritorio / territoriodesi@gmail.com;
quer falar sobre o livro que está lendo ou aquele som gostoso? todos aqueles processos intensos que tem vivido? reclamar da política externa do país, indignar-se com as ações da Vale/Samarco; publicar sobre seu projeto social, cultura, física quântica (e não quântica), esporte, religião; compartilhar uma música, um artigo, conhecimentos gerais ou simplesmente escrever aquela poesia em algum canto, esteja a vontade!
tudo bem se só Lucas publicar aqui, entenderei se desejar criar mais um domínio-território, mas entenda esse blog como um território
li v re.
fim da primeira parte.
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Ao digitar o nome do blog o primeiro que veio a mente foi territoriodeninguém, talvez ainda mude ou considere esse o nome oficial, mas pera, mais um Zé Ninguem? Objetivei criar um momento de identidade enquanto ato de escrita pro escritor, obviamente em demanda própria que mais tarde veio a ampliar-se a todos que visitassem o blog, contudo quem sou (espero que não mais um Zé Ninguém) pra dizer que o espaço em que vocês escrevem não os pertence, quando em fato pretendo torná-lo agradável e aberto para que se sintam confortáveis e envolvidos à sua virtualidade, onde por si só se torna, no momento da postagem, um ser-espaço coletivo, um seu-e-meu-nosso, mas calma... Voltemos ao lance do título inicial, que parece muito bom se o lance é não estar em posse de alguém ou no caso algo, ter o território de ninguém pressupõe que não é de alguém, sem um dono, portanto de todos que aderirem, seja pela leitura, comentários ou postagem em que eu e você sejamos livres pra opinar, criar e publicar. Sendo assim, cadê o fortalecimento de identidade da proposta inicial? Foi aí que pensei numa apresentação enquanto pré-requisito para os que desejassem criar; Escrevo e digo que é meu, e ainda descubro-me (revelo-me) em minha própria leitura e registro, caso não sinta propriedade em dizer-lo que o texto tenha sido então canalizado. Enquanto enamoro o nome que criei, o mantenho e continuo questionando sobre-o e o seu significante.
a mim ou (pr)a ti
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Antes de mais nada esse título não é só meu; o signo s+i é por si só próprio e coletivo, eu voce e todos os falantes da língua latina portuguesa o entendem, mas que si é esse? de onde vem? possivelmente o tenha brico(pi)lado do blog amigo Thiago Sousa (ainda não verifiquei - pronto verificado - se o título é igual, o mesmo, ou nao só parecido) e ou da necessidade de um lugarzinho de mim - território de mim-a-guem
ala
ja táÈ
fazendo arte
de-novo.
mim-eu-alguém ou
mim à outra-em?
o espaço aberto
é pra você vim
com seu ar de
delicada e amada
corrigir o que -falta;