sócio ambientando lizando
se você não faz
coxa grande serás
se não ativa
ao sócius agrida
Hoje percebo que quando alguém reclama, dois tipos de registros virtuais são impressos; o incômodo gerado (dispositivo-disparador de multiplicação enunciativa ou mudança) e uma marca histórica que varia sua amplitude e alcance no quantitativo de seres que gritam ao mesmo som e/ou importância-relevância midiática da causa em si e dos reclameiros. Ações moleculares de distração e distanciamento babilônico, um grande dispositivo de atração à universalidade: a conversa. Durante uma troca de ideia ou uma passeata em protesto, exprime-se insatisfação, ou seja, denuncia de algo e compartindo daquela concepção política movimenta-se afim de MUDAR o que está incorreto e/ou insatisfatório;
lembrem-se sempre, não me levem tão a sério..,
Em questão a marcas históricas: vejo-as enquanto potencialmente educadoras em alto nível; em âmbito emocional, o incômodo repercurte de acordo com a elaboração (ou não, rsrs) do sujeito para com a sensação vivida. Quando grifadas na memória coletiva um grito, uma denuncia, a la maio de 68 ou vitorinha em 2013, sem esquecer nossas batalhas em 20, seja de que porte for, grandes revoluções proporcionam à cidade o calor, debate, infortúnios e arte; aos indivíduos o ar cidadania. Explicitam-se os discursos, evidenciam-se as massas, caracterizando a vida política daquela(e) grupo-região. Perguntas: quem são aqueles que gritam? o que querem? como, ou seja, de que forma é pedido/exigido? Quais as respostas dos que vem do lado de lá? Pedidos acatados ou oprimidos (silenciados) por parte do Estado? Até quando a humanidade permitirá que Opressão Estatal continue sendo um dispositivo válido dando espaço a coerção sobrepondo a comunicação em pleno desenvolvimento mass-midiático.
Observo: mudança nos meios telecomunicativos, em era de interações globalizantes, liquidez expressiva, multiplicidade incríveis de meios comunicativos e paradoxalmente a insistência estatal em "solucionar" de cima pra baixo no uso da força; remonto: manifestação por educação inclusiva, a contraposição a reorganização escolar sendo massacrada em São Paulo (novemb-dezembro 2015). A óbvia, e patética, decisão do Governo de calar os que integram a atual configuração escolar opondo-se a dialogar e construir em conjunto. Caramba, hoje em dia faz-se conferências, planejamentos inteiros sem precisar sair de casa, não estou dizendo aqui da importância do contato corpo-a-corpo, discussões-debates que são fundamentais para toda e qualquer construção coletiva, porém chamando atenção à contrapartida governamental de negligenciar a troca, a conversa e o diálogo, numa postura que vai de encontro a efetiva melhora educacional
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Lmente
Movimentação que se faz mais do que necessária hoje está no que tange questões ambientais, tema delicado em meio a crescimentos populacionais, aumento de consciência e berros da natureza em pedido de cuidado, manifestos em fúria, numa interpretação: respostas pelo que por muitas vezes tem sido ocasionado pelo ser humano. Exigi-se aqui uma reciclagem, uma nova ecologia de subjetividades, competentes aos cuidados naturais necessários e diários, micro-movimentações conscientes ao todo; mudanças sistemáticas: empresas e indústrias mobilizadas à causa. Sobre essa questão Vale (perigo) um poste dedicado inteiramente ao tema.
Parece-me dever enquanto cidadão mobilizar-se em pról do coletivo maior sociedade; atitudes coxinhas = silenciar-se perante a mil problemas e desarranjos sociais, seja por preferência a ignorância ou por preguiça/descrença entristencem-me.
por agora um comentário ínfimo. um comentário de estou atento aos seus movimentos. um comentário de bem vindo. um comentário de permaneça e frutifique. abraço.
ResponderExcluirsempre bem vindo, grato pelo incentivo!
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